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Remnis para famílias

Um lugar para as histórias da família, não só para as fotos

A galeria do celular guarda imagens. O Remnis guarda quem estava, onde foi e por que aquele momento importa — para que a história não dependa só da memória de quem viveu.

As fotos acumulam. As histórias se perdem.

Milhares de arquivos depois, o que some primeiro não é a imagem: é o nome de quem aparece nela, o lugar, o motivo da comemoração e a história que só uma pessoa da família sabia contar.

  • Ninguém lembra quem é a pessoa na foto antiga
  • As histórias dos pais e avós nunca foram registradas
  • Cada parente tem um pedaço do acervo no próprio celular
  • O objeto de família continua na estante, sem a história junto

Memórias com contexto, não só arquivos

Cada memória reúne fotos, vídeos, pessoas, lugares, emoções e objetos. A família inteira pode participar da mesma memória, e o que foi registrado continua fazendo sentido daqui a muitos anos.

Como funciona

  1. 01

    Crie a memória

    Um almoço de domingo, um aniversário, a história de um objeto antigo.

  2. 02

    Convide a família

    Compartilhe o acesso por link ou QR Code com quem viveu aquilo junto.

  3. 03

    Some as histórias

    Cada pessoa adiciona fotos, vídeos e o contexto que só ela conhece.

  4. 04

    Redescubra quando quiser

    Volte à memória pelo app ou pelo Scanner IA, a partir de um objeto real.

Tela do Remnis mostrando uma memória com fotos, pessoas e contexto

Exemplo de uso

A história que estava só com a avó

Uma tarde gravada, as fotos antigas digitalizadas e o nome de cada pessoa que aparece nelas. A memória fica com a família inteira, não com quem por acaso guardou o álbum.

Conhecer o Scanner IA
01

A história junto com a foto

Pessoas, lugares e objetos ficam ligados ao momento, não soltos em uma pasta.

02

A família toda participa

Cada parente adiciona o que tem, na mesma memória, sem depender de um grupo de mensagens.

03

Privado por padrão

Nada vira feed público. A memória é da família e o acesso é controlado por quem criou.

Convide por link ou QR Code

Você compartilha o acesso à memória com quem quiser — irmãos, pais, avós, primos — e continua no controle de quem entra e quem pode adicionar conteúdo.

Cada participante entra com a própria conta Remnis. É isso que mantém a memória privada e liga cada registro a quem o fez.

Memória de família não é rede social

Sem feed público, sem curtidas e sem exposição. As memórias são privadas por padrão e você decide quem participa de cada uma.

Como o Remnis protege suas memórias

Dúvidas sobre memórias de família

Sim. Quem vai adicionar ou ver a memória entra com a própria conta Remnis. É o que mantém o conteúdo privado e organizado por quem participou.

Dá. Você pode adicionar fotos antigas a uma memória e registrar junto o contexto: quem aparece, onde foi e o que estava acontecendo.

Não. As memórias são privadas por padrão e quem criou controla os convites e o compartilhamento.

Pode. Cada momento, viagem, celebração ou história pode ter a sua própria memória, com os participantes que fizerem sentido.

Objetos de família costumam carregar história. Ao vincular um objeto a uma memória, você pode apontar a câmera para ele e reabrir tudo o que estava guardado ali.

Comece pela história que você não quer perder

Crie a primeira memória da sua família e convide quem viveu aquilo com você.